05 janeiro 2018

A Chuva

Acordei de manhãzinha
Com cheirinho a jasmim
Lá fora caía chuva
E eu nem dava por mim…
A chuva cai de mansinho
Tão leve e miudinho,
Com medo de escafeder
A terra está seca a valer,
Tanto tempo que não chove
Pega  tudo arder!!
Hoje chuva é relíquia
Até a alma grita,
De alegria e eufurísmo
Há mais água para beber…
Este bem tão escasso
Que há que sabê-lo regrar,
Pois não é meu nem é teu
É dos rios são dos mares…
Das fontes e dos nascentes
É do planeta terrestre,
Do ser humano agreste
na terra faz poluição,
já ninguém lhes vai à mão
nem no mundo, nem na nação!!


9 comentários:

Ailime disse...

Boa tarde Luísa,
Um poema muito bonito que fala de um bem essencial à vida e que tão escasso é.
Há mesmo que o usar com moderação.
Aproveito para lhe agradecer a sua manifestação e pesar pelo falecimento de meu pai.
Beijinhos e bom domingo e semana.
Ailime

Existe Sempre Um Lugar disse...

Olá, foi com prazer que li o belo poema e admiro o seu dom poético, a agua faz parte de nós mas não é nossa,
Bom ano,
AG

CÉU disse...

Olá, querida Luisinha!

Como tem passado? Feliz, decerto com as suas bonitas e humanitárias atividades, para além do sítio onde tanto ama viver. Por aqui, Lisboa, tudo normal e com mto frio.

Um poema dedicado à chuva, de que a natureza tanto precisa e nós, direta e indiretamente. A água sempre foi um bem indispensável e antigamente, segundo me contava a minha mãe, até se faziam procissões em tempo de seca, para que chovesse. O que se está a passar, agora, em relação ao clima, já se verificou no passado longínquo, e quem ainda é vivo, já se não lembra. Há dias, e por motivos profissionais e de investigação, tive acesso aos registos meteorológicos desde o século XIX até dezembro passado e houve anos de seca severa. Isto é um ciclo. Tudo se repete, embora com ligeiras diferenças, embora o mundo, a sociedade esteja sempre em mudança, umas vezes para melhor, outras para pior.

Beijinhos e boa semana.

Marli Terezinha Andrucho Boldori disse...

Boa tarde, Luisa,
que bela Ode à chuva benfazeja sempre,
o que seria da humanidade sem o precioso líquido, que em muitos lugares
tem o preço de ouro, e, em outros, caminham distâncias para conseguir um pouco deste precioso
líquido.Bendita seja a água.
Que 2018 seja pleno de tudo que é bom para você!

Marina Fligueira disse...

Tienes un precioso blog y, una poesías lindas que me encantan y mi quedo dando unas vueltas por aquí a bajo.

Un beso, feliz y próspero 2018.

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Que lindo e refrescante poema Luisa.
Bjs e um ótimo final de semana.
Carmen Lúcia.

Marina Fligueira disse...

Paso de nuevo para dejarte mi inmensa gratitud y desearte un muy feliz fin de semana.
Besiños gallegos.

Maria Rodrigues disse...

E como a chuva é tão necessária.
Maravilhoso poema
Bom fim de semana
Beijinhos
Maria de
Divagar Sobre Tudo um Pouco

Evanir disse...

Boa Noite ..
Minha irmã querida.
Hoje depois de ler o poema que fizestes para mim ,
creio chorei de saudades .
Saudades que não tem fim e é essa
saudade que acaba nos unindo cada dia mais.
Só te peço nunca esqueça de mim
meu momento é de uma dor sem fim.
Deus abençoe com saúde e muita paz.
Te amarei sempre.
Sua maninha.
Evanir..